Matheus von Krüger

Matheus von Kruger nasceu na Bahia. Porém nunca usou a referência de ser um artista baiano a seu favor. Pode explicar isso pelo fato de ter crescido no Maranhão, Pará, Nova Zelândia e ter fincado sua vida no Rio de Janeiro.

O tempo inspirou mudanças. Matheus foi para Imbassaí, litoral norte baiano para construir “Vagalume”, um disco com 10 faixas e um novo momento de sua carreira. Um retorno para sua própria existência.

Alê Siqueira, dono de 3 grammys com Tribalistas, Carlinhos Brown e Omara Portuondo, ouviu as canções e aceitou o convite para assinar a produção do álbum. Ele é ponto fundamental para esse momento de reflexão.

“É preciso sair do lugar.Pra viver o sonho que sonhou tem que acordar”, diz Matheus von Kruger que vai na contramão do pessimismo. “Uma das grandes potências que eu tinha como psicólogo é que eu sempre acreditava nas mudanças”, formado em psicologia, Matheus canta para que tudo possa ser resolvido.

Alê Siqueira montou um time que entendeu e embarcou nesse sentimento: Tito Oliveira, bateria e percussão, Ldson Galter, baixo, Marcelo Galter, teclado, Marcelus Leone, saxofones e flauta, além da participação especial de Gabriel Guedes, ogan do Gantois e músico da Orkestra Rumpilezz.

O elemento chave do disco é a água, mas não das tempestades, e sim da limpeza. “Vagalume”, parceria com Fernando Temporão, é um banho de descarrego e catalisador de novos fluxos.

O álbum é sucessor dos elogiados, “Outros Tempos”, de 2008 e “mvk”, de 2010. Em 2012, foi a hora de “Durantes”, primeiro DVD, que conta os processos de gravações de “mvk”.

Além das reflexões do dia-a-dia, Matheus Von Kruger também convida o público para dançar, como no caso de “Viver o Dom”, “Hoje Sem Amanhã” e “Sempre Tem Céu Azul”.

Esta última canção, é um tributo as pessoas que ensaiavam no bloco carnavalesco Bangalafumenga, onde o artista foi intérprete. “Eu via aquelas pessoas chegando do trabalho, todas cinzas, e depois do ensaio do bloco, elas pareciam outras, vivas”.

O álbum conta com composições em parceria com artistas do cancioneiro carioca atual, além de Fernando Temporão, co-autor da faixa-título, e Gabriel Pondé, que assina as faixas “Hoje Sem Amanhã” e “Quando Você Adora”.

Matheus acredita na música como uma maneira de unir pessoas, seja no seu show ou em composições. Em “Quintal” ele convida os parceiros do grupo paulista Aláfia, Eduardo Brechó, Cirillo, Alyson Bruno e Jairo Pereira para um encontro entre amigos, um tributo a relação afetiva.

No palco, Matheus já se apresentou ao lado de grandes nomes, como Paulinho Moska, Milton Nascimento e Ivan Lins

Tudo isso serviu para reforçar seus laços e aprendizados dentro da música.

Na busca do imaginário como artista, Matheus chegou a ‘Vagalume e encontrou aí a chave para falar sobre o universo atual e conseguiu criar um retrato simbólico e sentimental de nós, ouvintes, dele e de toda uma geração que pretende “ter mais luz do que ilusão”. É assim que ele encerra o álbum ao lado dos atabaques poderosos de Gabi Guedes.

Nada é por acaso, em águas doces e calmas, Matheus von Kruger se libertou. Tudo isso faz de “Vagalume” um nascimento. Preciso, constante, rítmico e um dos grandes lançamentos de 2014.

 

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